domingo, 12 de outubro de 2008

Corpo noturno.



No suor do teu corpo

que galopa,

sou teu cavalo.

Penetro o fogo

entre tuas patas.

Falo

de amor.


Quero arder

no ventre da noite.

Queimar o poço

em chamas de desejos.

Ferir-te com

minha tocha de fogo

e sentir o gosto

de teus gemidos.


Entre rosas, flor ferida.

Sou teu espinho,

mancha,

vermelho,

em teu lençol de lírio.


(Geraldo Coelho Vaz.)

5 comentários:

  1. é melhor, antes de outra coisa qualquer, deixar os bombeiros de prevenção.





    (sorry, mas hoje não consigo dizer uma de jêto)

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  2. eh eh eh eh eh eh eh eh
    (ai santo deus)
    eh eh eh eh ehehehehehh
    a sério.
    excelente, comentário!

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  3. eh eh eh eh eh eh eh
    fabulástico!

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  4. lembrei-me disto, hoje, na cadeira do dentista. foi para rir de boca aberta.

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