Constância.(vila poema.)
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Enquanto existo,resisto.
Aves migratórias,
nuvens errantes,
pensamentos vadios.
Flores nascem e fenecem
e amores padecem
na separação.
Estou só e a cama
é tanto maior
na desolação.
Entretanto, durmo
e sonho e amanheço,
não desisto
e recomeço.
Poema de Antonio Miranda
1 comentário:
Pétala
30 de outubro de 2008 às 01:57
O recomeço é a energia de tudo, como o amanhecer de um novo dia.
bjos!
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O recomeço é a energia de tudo, como o amanhecer de um novo dia.
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