
Quero compor um poema
onde fremente
cante a vida
das florestas das águas e dos ventos.
Que o meu canto seja
no meio do temporal
uma chicotada de vento
que estremeça as estrelas
desfaça mitos
e rasgue nevoeiros — escancarando sóis!
Manuel da Fonseca, in "Poemas Dispersos"
muitos sóis...precisamos de muitos sóis.
ResponderEliminarobrigada pela visita
boa semana
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarQUE TRISTE DEVE SER CHEGAR A VELHO COM A ALMA E AS MÃOS POR GASTAR!
ResponderEliminarQUE TRISTE É O CORPO QUE NUNCA SE ARRISCOU POR NINGUEM.
QUE TRISTE A SOLIDÃO CUJA CAUSA PROVÉM DA DESIGUALDADE.
É NATURAL SENTIR ANSIEDADE,TODO AQUELE QUE PROCURE A SOLUÇÃO...
Ela faz cada vez mais parte das nossas vidas.
ResponderEliminarParabens pelo blog, beijos, con