
Adulta é a noite onde cresce
o teu corpo azul. A claridade
que se dá em troca dos meus ombros
cansados. Reflexos
coloridos. Amei
o amor. Amei-te meu amor sobre ervas
orvalhadas. Não eras tu porém
o fim dessa estrada
sem fim. Canto apenas (enquanto os álamos
amadurecem) a transparência, o caminho. A noite
por ti despida. Lume e perfume
do sol. Íntimo rumor do mundo.
Casimiro de Brito, in "Solidão Imperfeita"
Manuel querido!
ResponderEliminarQue bom que vc gostou do que viu lá em casa porque eu sempre gosto muito do que vejo aqui.
Bjs.
Manuel
ResponderEliminaramei o amor...
aqui o poema disse tudo
um beijo para ti
Nunca se sabe onde esta o fim da estrada e enquanto vamos por ela, amores vão seguindo outros caminhos
ResponderEliminarbeijos