
Silêncio, nostalgia...
Hora morta, desfolhada,
sem dor, sem alegria,
pelo tempo abandonada.
Luz de Outono, fria, fria...
Hora inútil e sombria
de abandono.
Não sei se é tédio, sono,
silêncio ou nostalgia.
Interminável dia
de indizíveis cansaços,
de funda melancolia.
Sem rumo para os meus passos,
para que servem meus braços,
nesta hora fria, fria?
Fernanda de Castro,
Para ti: Um Par de Asas
ResponderEliminarQue para ti...
E só para ti ,
sejam todas as madrugadas azuis
Realizando sonhos de amor
Tecidos em vossas teias.
Que para ti,
vista-se de festa a esperança
voando em asas libertas
esta alma que te encanta
e que em ti,
ela se faça canção"...
Parabéns pela bela escrita!
Agradecendo o carinho, tenho um par te asas te esperando em meu blog! Passa por lá e pode levar!
Meu carinho,
Beijos Luz,
RO
"
Gosto muito da poesia ( e também da prosa) de Fernanda de Castro... era a minha poetisa dos meus tempos de adolescente... os "amores ardentes" de Florbela Espanca, vieram muito depois... Fizeste bem em postá-la aqui.
ResponderEliminarUm beijo e um bom domingo.
Graça
"Interminável dia
ResponderEliminarde indizíveis cansaços,
de funda melancolia.
Sem rumo para os meus passos,
para que servem meus braços,
nesta hora fria, fria? "
Pois é!
Bjs.
Um poema tomado pela tristeza.
ResponderEliminarbelo
beijos