quinta-feira, 22 de julho de 2010

Entre o meu e o teu azul Celeste...


Navego nas nuvens
contra ventos
e bom senso
caminhando em direcção
ao céu...
Tudo em ti me atrai
o espaço em que habitas
suga-me
absorve-me...
Em mim
turbulência constante
pensamentos
desordenados
giram
envolvem-me
a cada instante...
Instantes de prazer
intermitentes
por vezes ocos
vazios de não te ter...
Entre o meu
e o teu
azul Celeste
nuvens cinzentas
toldam o céu...

16 comentários:

  1. Estimado e amigo Manuel,
    Estados de alma, são o vai e vem, que nos faze constatar como é frágil e irrequieto o pêndulo das emoções.
    Bem-hajas amigo pela partilha de momentos de grande sensibilidade.
    Kandandos.

    ResponderEliminar
  2. Querido amigo, não se podem deixar as nuvens cinzentas entre o teu céu e o dela...tem que ter sempre nuvens como flocos de algodão doce...Beijocas

    ResponderEliminar
  3. É só esperar que um vento bom sopre e arraste as nuvens cinzentas.

    Então, nessa altura, o céu terá, de novo, aquela cor azul celeste, que lembra a do paraíso.

    É só esperar um pouco mais...

    É só preciso acreditar...

    Beijo

    ResponderEliminar
  4. Amigo Manuel,
    A vida é feita de dias nublados, nuvens cinzentas ou de um céu de anil como o que temos hoje aqui na minha cidade. Vejo-o pela janela aberta agora.
    Tudo de bom para tua vida sempre é o que desejo!
    bjs cariocas

    ResponderEliminar
  5. Andas muito inspirado meu amigo!
    como diz a música do Roberto Carlos: se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi...
    A vida é isso...e como é bom viver!
    Beijos.

    ResponderEliminar
  6. Manuel...ameiiiiiii...estou encantada com tamanha sensibilidade que encontrei nestas palavras...
    Beijos...
    Valéria

    ResponderEliminar
  7. Querido Amigo, bonito poema, que revela um especial estado de alma e transmite a emoção de um desejado encontro e nesse encontro os azuis vão dissipar as nuvens. Gosto sempre de histórias com final feliz, sou uma romântica!
    Beijos,
    Manú

    ResponderEliminar
  8. Azul celeste é o céu de todos nós, o que nós daríamos para desvendar o que se encontra para alem dele, em cada azul celeste existe um novo amanhecer, para alguns mas não para todos.
    Deixo no teu azul celeste o meu beijinho de luz e muita paz

    ResponderEliminar
  9. Manuel, amigo-poeta, amado!
    Não sei como se chama aí, aquele brinquedo dos parques infantis (aqui nas Minas Gerais: Zanga-Burrinho) que se sentam dois nas extremidades opostas. Quando um está no chão, o outro está no céu... E assim vão: ora em cima, ora embaixo... Nossos sentimentos, emoções, vida é assim também: um grande Zanga-Burrinho.
    Beijuuss n.c.

    www.toforatodentro.blogspot.com

    ResponderEliminar
  10. O mar, o vento, enfim a natureza proporciona grande poetas a escrever belos poemas.
    Adorei "ente o meu e o teu azul celeste"

    ResponderEliminar
  11. oi Manuel.
    penso que para dar certo este amor não pode ser "entre o meu e o teu azul celeste"
    tem que ser ente o "nosso" azul celeste.
    assim não cabem nuvens, nem duvidas, nem tristezas....

    e se não der, ao menos se amou, se viveu...

    bejos.

    Rosan

    ResponderEliminar
  12. Excelente blog, pela primeira vez aqui venho e... fico num deslumbramento total!!!
    Parabéns!
    O rio, a paisagem bucólica, o perfume dos pinheiros, tudo isso conduz ao resultado fnal: POESIA!

    ResponderEliminar
  13. Eventualmente nuvens cinzents se colocam entre nós e devemos fazer todo o possível para que se dessipem.
    Um abraço
    Taci

    ResponderEliminar
  14. Às vezes andamos assim "entre"...
    As nuvens cinzentas não ficam eternamente e quando revelam o verdadeiro azul...
    Gostei do seu poema.
    Um abraço

    ResponderEliminar
  15. Muito bonito,
    por vezes assim é vogamos meios perdidos
    procurando um porto seguro
    Bj

    ResponderEliminar