
Jamais serei quem era
cresci
aprendi
que nem sempre é Primavera
há nuvens que nos escondem
vida que nunca se recupera...
Pintei os meus sonhos
de várias cores
construí o meu arco íris
revoltando a terra
semeando flores...
Já não há mais amanhã
só o amanhã seguinte
resgatados de mim
sobraram pedaços
fragmentos dos nossos sonhos
carinhos,abraços...
Poema teu,me transportou para tempos meus de minino!
ResponderEliminarte abraço,escriba querido e amigo
viva la vida
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarNossa Manuel, que sensibilidade amigo...lindo poema...a vida nos traz maturidade, mas, ainda assim...as vezes ficamos juntando fragmentos em nós...beijinhos...
ResponderEliminarValéria
Olá amigo Manuel,
ResponderEliminarQuando fica alguma coisa de bom, já é muito bom!...
Gosto de te ver de viola, mas gostaria mais de te ouvir tocar.
Também cantas?
Tu és sempre surpreendente!
Bjs,
Manú
Muito lindo, Manuel, este seu Fragmentos!
ResponderEliminar"Jamais serei qquem era
Cresci
Aprendi"
Que maravilha de introdução, que nos leva a versos encantadores...
Bravo!
Grande abraço, amigo!
BELÍSSIMAS PALAVRAS!!!
ResponderEliminarTENHA UMA SEXTA MARAVILHOSA!!!
BJKSSSSSSSSSSS
Querido amigo, muitas vezes temos que juntar os fragmentos, os pedaços que sobraram ao longo da vida, juntá-los novamente, e continuarmos em busca de um novo amanhã. Beijocas
ResponderEliminarManuel
ResponderEliminarAmor pintado em arco íris e flores.
Lindo poema.
Bjs no coração!
Nilce
Poeta, é bem verdade, nem sempre é primavera em nossa vida, mas bem que podemos tentar fazê-la, ainda que o inverno insista em não ir embora.
ResponderEliminarGostei da ternura que se lê nesse poema, ainda que nos traga verdades doídas.
Beijos
Que seria da vida se nos desse sempre a mesma estação?
ResponderEliminarQue seria de nós se vívessemos sempre presos a um mesmo amor? ah, que seca meu amigo, que seca, nós sabemos que a vida trás essas dores e no recomeço há de novo a vida para procurar e os caminhos para percorrer em busca de um novo amor..
beijinho da laura
Tão bonito, Manuel!
ResponderEliminarGostei muito.
Um beijo
viviana
Acho que o seu poema de hoje liga-se ao tema da Série que iniciei hoje: A criança que fui.
ResponderEliminarbjs
Mas se ao crescermos...aprendemos, tambem sabemos que com pedaços, se pode construir novos poemas!
ResponderEliminarbeijo
Graça
Oiee,Tão bonito...tudo o que você escreve é lindo!...Ah, você é um fofo Manuel,eu me derreto a cada novo post seu e fico anciosa pelo próximo e por outro e outro... enfim, ADORO você!
ResponderEliminarJamais serei quem era...
Cresci...
Aprendi...
Assim, vamos vivendo, tentando sempre consertar os nossos arco iris,amando, amando...
Beijossssss Pessoa Especial!
Gostei do poema e de ter voltado a este canto, que foi sempre agradável.
ResponderEliminarNesta roda viva, muito boas coisas vão ficando para trás...
Abraços e bom fim de semana
Francisco
Poema muito bonito,mas com muita saudades....estou enganada?
ResponderEliminarGostei muito da tua visita.
Cá estamos em alerta laranja...muito vento e muita chuva,já no domingo passado no norte foi um bocado mau choveu e fez vento (arvores muitas se partiram) eu tinha ido passar o fim de semana perlongado lá para o norte ...mau tempo...má idea
Beijinhos e um bom fim de semana para ti
Graça
Meu querido poeta,
ResponderEliminarComo sempre, você me deixa extasiada com seus textos
bjos e bjos
Amigo Manuel. Você escreve de forma linda. Estamos sempre mudando. Nada na vida é estático. Nem o arco-iris. Beijos.
ResponderEliminarQue beleza de poesia, Manuel!
ResponderEliminarEscreves de uma maneira tão leve e fluida que nem vemos chegar o final.
Amei!
bjs cariocas