Constância.(vila poema.)
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Tocas-me de tão longe...
No meu corpo
sei o teu corpo
o meu amor
alimenta-se do teu amor
é por ti que vivo
é por ti que eu nasço.
Ah meu amor
demoras tanto a voltar!
Resta-me este poema
de amor e solidão...
Manuel Marques (Arroz)
1 comentário:
Sónia Micaelo
7 de dezembro de 2013 às 18:32
Espera poética!
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Espera poética!
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