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domingo, 27 de maio de 2018
quinta-feira, 5 de abril de 2018
Na outra margem do tempo...
O amor dorme no silêncio vazio
no vazio que o vazio inunda
as tuas noites vazias,fazem parte da minha história...
Porque na distância que nos separa
há entre o coração e o tempo
amor por fora e por dentro...
Porque também o amor vive no silêncio
ama-me que é tempo agora
porque o silêncio dói,na outra margem do tempo...
Manuel Marques (Arroz)
no vazio que o vazio inunda
as tuas noites vazias,fazem parte da minha história...
Porque na distância que nos separa
há entre o coração e o tempo
amor por fora e por dentro...
Porque também o amor vive no silêncio
ama-me que é tempo agora
porque o silêncio dói,na outra margem do tempo...
Manuel Marques (Arroz)
quinta-feira, 1 de março de 2018
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Abre-me a porta do sonho e serei eu...
Desenho, invento beijos, construo sonhos
busco através do poema
uma palavra que me conforte...
Desenho caminhos sobre o mar
onde possa caminhar
possa amar antes da morte...
Reinvento o Sol as Luas
rascunho lembranças
as minhas, as tuas...
Costuro a memória do meu corpo junto ao teu
retalho de sonhos , balanço de corpos
abre-me a porta do sonho e serei eu...
Manuel Marques (Arroz)
busco através do poema
uma palavra que me conforte...

Desenho caminhos sobre o mar
onde possa caminhar
possa amar antes da morte...
Reinvento o Sol as Luas
rascunho lembranças
as minhas, as tuas...
Costuro a memória do meu corpo junto ao teu
retalho de sonhos , balanço de corpos
abre-me a porta do sonho e serei eu...
Manuel Marques (Arroz)
sábado, 28 de outubro de 2017
Labirintos do amor...
Navego nas lágrimas que me vêm do fundo da alma
percorro o teu corpo como quem quer apenas sentir o teu calor
amo-te com sede e desejo...
Deixa que o amor seja a estrada do sonho
e que os labirintos do amor
se transformem em lugares,onde nos podemos amar eternamente...
Manuel Marques (Arroz)
Navego nas lágrimas que me vêm do fundo da alma
percorro o teu corpo como quem quer apenas sentir o teu calor
amo-te com sede e desejo...
Deixa que o amor seja a estrada do sonho
e que os labirintos do amor
se transformem em lugares,onde nos podemos amar eternamente...
Manuel Marques (Arroz)
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
domingo, 1 de outubro de 2017
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
Dá-me um sonho que seja nosso...
De memória em memória atravesso-te
nas minhas lágrimas ainda restam alguns sonhos
procuro palavras,procuro-te...
Silêncio e mais silêncio
o vazio a realidade o sonho
o sorriso nos lábios de um amor triste...
Grito surdo,sonho de poeta
na noite escura o teu olhar fulmina-me
dá-me um sonho que seja nosso...

Manuel Marques (Arroz)
nas minhas lágrimas ainda restam alguns sonhos
procuro palavras,procuro-te...
Silêncio e mais silêncio
o vazio a realidade o sonho
o sorriso nos lábios de um amor triste...
Grito surdo,sonho de poeta
na noite escura o teu olhar fulmina-me
dá-me um sonho que seja nosso...

Manuel Marques (Arroz)
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
Fica em mim esta noite...
Vagueio na escuridão da noite
nos meus sonhos há fragmentos de solidão
sombrias madrugadas de ilusão
Nem sempre da janela do meu quarto encontro o sonho
são inocentes os meus olhos quando te olham
e no silêncio da noite a alma resiste .
Fica em mim esta noite
até que tudo se dissolva em sonhos
abraça-me e envolve-me de amor.

Manuel Marques (Arroz)
nos meus sonhos há fragmentos de solidão
sombrias madrugadas de ilusão
Nem sempre da janela do meu quarto encontro o sonho
são inocentes os meus olhos quando te olham
e no silêncio da noite a alma resiste .
Fica em mim esta noite
até que tudo se dissolva em sonhos
abraça-me e envolve-me de amor.

Manuel Marques (Arroz)
sexta-feira, 16 de junho de 2017
quinta-feira, 18 de maio de 2017
sábado, 6 de maio de 2017
Ternura do amanhecer...
Somos o simples fluido do vazio
apenas resta um silêncio interminável
para o meu coração basta o teu peito
e o que mais quero é um abraço teu...
Em cada noite existe uma morte silenciosa
olhares perdidos no delírio das razões
e na ternura do amanhecer apenas queria acordar nos teus braços...
Manuel Marques (Arroz)
apenas resta um silêncio interminável
para o meu coração basta o teu peito
e o que mais quero é um abraço teu...
Em cada noite existe uma morte silenciosa
olhares perdidos no delírio das razões
e na ternura do amanhecer apenas queria acordar nos teus braços...
Manuel Marques (Arroz)
domingo, 2 de abril de 2017
sábado, 11 de março de 2017
Secreta distância em que te toco...
Vivo em teu corpo nu
viajo por labirintos e durmo com a saudade
não sei se o mundo existe,se nós existimos...
Ainda sinto na minha boca a volúpia ardente dos teus beijos
os teus seios,cheios de lua cheia
o teu corpo vibrante de desejos...
Vivo dos silêncios onde guardo o teu amor
existência incerta que procuro
na secreta distância em que te toco...
Manuel Marques (Arroz)sábado, 4 de março de 2017
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Vem ! Sai de dentro de mim e abraça-me...
Encho os meus olhos com as lágrimas dos teus olhos
e os teus olhos nublados de novo brilham
vieste e eu dei-te abrigo no meu corpo
como é triste não te poder guardar dentro de mim...
Atravessa a névoa da noite e vem
descobre em mim todo este amor que se esconde
vem ! Sai de dentro de mim e abraça-me...
Manuel Marques (Arroz)
e os teus olhos nublados de novo brilham
vieste e eu dei-te abrigo no meu corpo
como é triste não te poder guardar dentro de mim...
Atravessa a névoa da noite e vem
descobre em mim todo este amor que se esconde
vem ! Sai de dentro de mim e abraça-me...
Manuel Marques (Arroz)
domingo, 12 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
Se fosse mar abraçava todos os rios ...
Nas mãos sinto a saudade do teu corpo
na poesia que não escrevo todo o amor que não te dei
e tu voltas sempre por outro caminho onde não te encontro...
Se fosse mar abraçava todos os rios para te encontrar
inundava o mundo com vagas de águas calmas
até que os rios me devolvesse o teu amar...
Manuel Marques (Arroz)
na poesia que não escrevo todo o amor que não te deie tu voltas sempre por outro caminho onde não te encontro...
Se fosse mar abraçava todos os rios para te encontrar
inundava o mundo com vagas de águas calmas
até que os rios me devolvesse o teu amar...
Manuel Marques (Arroz)
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
Dou-te este poema no lugar de um beijo...
Ando por aqui como te procurasse
poderia seguir em frente ou ir por onde nunca fui
por ruas cheias de gente ou em todos os sentidos.
Caminho e os meus olhos perdem-se
falo de ti ao mundo
o silêncio da noite enlouquece-me...
Chego sozinho a toda a parte
e se mais nada me restar
dou-te este poema no lugar de um beijo...
Manuel Marques (Arroz)
poderia seguir em frente ou ir por onde nunca fui
por ruas cheias de gente ou em todos os sentidos.
Caminho e os meus olhos perdem-se
falo de ti ao mundo
o silêncio da noite enlouquece-me...
Chego sozinho a toda a partee se mais nada me restar
dou-te este poema no lugar de um beijo...
Manuel Marques (Arroz)
domingo, 25 de dezembro de 2016
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Não , o amor não morre quando a gente quer...
No teu corpo recomeça o mundo
a ti que te amei noutros corpos
amando-te...
Amando-te até que a madrugada nascesse
nas feridas que dóiem em noites de ausência
morrendo com os cheiros do pecado..
Em ti conheci o desejo, corpo que amei
tu és o mundo, o meu mundo ...
não , o amor não morre quando a gente quer...
Manuel Marques (Arroz)
a ti que te amei noutros corpos
amando-te...
Amando-te até que a madrugada nascesse
nas feridas que dóiem em noites de ausência
morrendo com os cheiros do pecado..
Em ti conheci o desejo, corpo que amei
tu és o mundo, o meu mundo ...
não , o amor não morre quando a gente quer...
Manuel Marques (Arroz)
sábado, 26 de novembro de 2016
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Abro o meu coração ao amor ...
Durmo em sonhos cobertos de medo
de volúpia repletos do teu corpo
a minha solidão tem medo que a noite viva eternamente...
A minha boca se entreabre e se funde na tua
meus olhos beijam o teu corpo na clandestinidade
reinvento o teu corpo...
Na tua ausência escuto o silêncio
falo de nós
do nós clandestino
abro o meu coração ao amor e quem se aloja nele és tu...
Manuel Marques (Arroz)
a minha solidão tem medo que a noite viva eternamente...
A minha boca se entreabre e se funde na tua
meus olhos beijam o teu corpo na clandestinidade
reinvento o teu corpo...
Na tua ausência escuto o silêncio
falo de nós
do nós clandestino
abro o meu coração ao amor e quem se aloja nele és tu...
Manuel Marques (Arroz)
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
sábado, 5 de novembro de 2016
domingo, 23 de outubro de 2016
Dói-me o teu corpo que não afago...
Tremem-me as minhas mãos quando apertam o teu lugar vazio
chamo-te porque a minha voz nasce e tenho que amar-te
senão morro de amor
o silêncio na noite enlouquece-me...
É tão fundo o silêncio entre nós
o que será feito daqueles restos de saudades
dói-me o teu corpo que não afago...
Manuel Marques (Arroz)
chamo-te porque a minha voz nasce e tenho que amar-te
senão morro de amor
o silêncio na noite enlouquece-me...
É tão fundo o silêncio entre nós
o que será feito daqueles restos de saudades
dói-me o teu corpo que não afago...
Manuel Marques (Arroz)
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Não sei de que silêncios falam as minhas palavras...
Vem e envolve-me no teu corpo
deixa que me encontre em ti
abraçando cada palavra na solidão...
Entra-me na pele e conforta-me
deixa que a ternura que por mim sentes
invente desejos à distância...
Não sei de que silêncios falam as minhas palavras
mas sei de cor o teu olhar
rouba-me as palavras com beijos
nunca me deixes de amar...
Manuel Marques (Arroz)
deixa que me encontre em ti
abraçando cada palavra na solidão...
Entra-me na pele e conforta-me
deixa que a ternura que por mim sentes
invente desejos à distância...
Não sei de que silêncios falam as minhas palavras
mas sei de cor o teu olhar
rouba-me as palavras com beijos
nunca me deixes de amar...
Manuel Marques (Arroz)
domingo, 4 de setembro de 2016
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Desnuda-te...
Há um desejo que me empurra como se o teu corpo fosse meuo meu coração cansado desta solidão bate forte
quem nos proibe amor de nos tocar-mos ?
Desnuda-te ao menos uma vez perante o meu desejo
ama-me como sempre sonhas-te em amar-me
e deixa-me ouvir a tua voz na escuridão do silêncio...
Manuel Marques (Arroz)
segunda-feira, 27 de junho de 2016
terça-feira, 21 de junho de 2016
terça-feira, 7 de junho de 2016
sábado, 21 de maio de 2016
quinta-feira, 19 de maio de 2016
domingo, 15 de maio de 2016
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Teu corpo é a noite onde me escondo...
Porque a minha alma é louca
quero a tua noite
porque é de ti que me vem o fogo...
Busco um toque teu perdido na noite
vem, toca-me não me dês o teu silêncio
não esqueças a noite carregada de desejos...
A noite fala e só nós os dois a entendemos.
podes chegar apenas pela madrugada com um beijo
teu corpo é a noite onde me escondo...Manuel Marques (Arroz)
terça-feira, 3 de maio de 2016
sexta-feira, 22 de abril de 2016
segunda-feira, 28 de março de 2016
Como são belas as tuas mãos...
Carrego no corpo as marcas do nosso desejo abafadonossas mãos ávidas deslizam nos labirintos da vida
sinto tua mão suave deslizando sobre meu rosto...
Luto para sobreviver ao tempo errado em que nascemos
no meio da noite de todas as tormentas mora a minha paz
como são belas as tuas mãos...
Manuel Marques (Arroz)
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