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sábado, 6 de fevereiro de 2016

Resta a forma vazia do nosso amor...

Sou como um rio depois de tantas voltas
que  corre por entre a tua ausência,  e afogado na dor
nem me lembro que o tempo passou...

O tempo esgota-se e deixa em mim
o agridoce do amor não saciado
resta a forma vazia do nosso amor...

Manuel Marques  (Arroz)

sábado, 30 de janeiro de 2016

Aprender a decifrar os teus silêncios...

Quero falar-te de sonhos
das madrugadas tristes
do meu vazio...

Das mesmas palavras
o tempo simplesmente não existe
tu és bela
mais bela que a noite...

Resta-me seguir a fragrância do teu perfume
Procurar  dar-te as mãos
aprender a decifrar os teus  silêncios...

Manuel Marques (Arroz)

domingo, 27 de dezembro de 2015

Amar-te é o meu caminho...

O céu o mar e a terra
eu e a noite no silêncio te amamos
dá-me a mão que eu tenho medo do escuro da noite...

Amargo sabor  deste amor proibido
o meu amor é  sereno
amar-te é o meu caminho...

Manuel Marques (Arroz)

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Dói-me a distancia que me separa de ti...


Não sabes o que sinto e do que estou proibido de sentir
sinto os teus passos no meu adormecer
e quando tu partes nada resta de mim...

Sinto-te do outro lado dos meus sonhos
percorrendo os caminhos do meu corpo
e tu sempre longe ,tão longe
dói-me a distancia que me separa de ti...

Manuel Marques (Arroz)

domingo, 29 de novembro de 2015

Não deixes que o tempo envelheça...




Mergulho nos sonhos e não encontro nada
a noite vai-se diluindo em manhãs vazias
e tenho tanto para te dar...

Pois cada tempo tem o seu tempo
a noite é triste e tão sozinha
não deixes que o tempo envelheça
vem meu amor,vem me amar...

Manuel Marques (Arroz)

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Fujo de ti e de mim...

As minhas mãos moldam-te no vazio
acariciando a tua pele de veludo
Sonho-te na  doce ilusão de te ter...

Como eu te queria afagar com as mãos
entre laços e fitas de cetim
e as minhas mãos vazias de ti !

Escrevo  com palavras que não se ouvem
quantos sonhos morrem na dor
fujo de ti e de mim...


Manuel Marques  (Arroz)

sábado, 7 de novembro de 2015

Eu sonho-te,sonho-te e volto a sonhar...

Há noites que são silêncio desfeito
e esta noite teus olhos não me vieram beijar
eu sonho-te,sonho-te e volto a sonhar...

Porque não vens?
Vem,segreda-me os teus sonhos
fala-me das tuas dores que são minhas
diz-me como é eterno o teu amar...

Manuel Marques (Arroz)