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sábado, 11 de março de 2017

Secreta distância em que te toco...


Vivo em teu corpo nu
viajo por labirintos e durmo com a saudade
não sei se o mundo existe,se nós existimos...

Ainda sinto na minha boca a volúpia ardente dos teus beijos
os teus seios,cheios de lua cheia
o teu corpo vibrante de desejos...

Vivo dos silêncios onde guardo o teu amor
existência incerta que procuro
na secreta distância em que te toco...

Manuel Marques (Arroz)

sábado, 4 de março de 2017

Desperta-me com os beijos que nunca me deste...

Torna reais os beijos que nunca te dei
fogueira acesa  brasa incandescente
lábios que queimam as minhas entranhas..

Tu que existes entre a saudade e o amor adormecido
desperta-me com os beijos que nunca me deste
e deixa esculpir os meus na tua boca...

Manuel Marques (Arroz

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Vem ! Sai de dentro de mim e abraça-me...

Encho os meus olhos com as lágrimas dos teus olhos
e os teus olhos nublados de novo brilham
vieste e eu dei-te abrigo no meu corpo
como é triste não te poder guardar dentro de mim...

Atravessa a névoa da noite e vem
descobre em mim todo este amor que se esconde
vem ! Sai de dentro de mim e abraça-me...

Manuel Marques (Arroz)

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Choro-te e tu nunca verás as minhas lágrimas...

Sinto as minhas mãos no teu vazio
fecho os olhos para ouvir no escuro da noite
o silencio do teu corpo...

Nunca soube dizer-te como te amo
toco-te de tão longe e não sei se é amor
em mim tudo está gasto menos o silêncio
choro-te e tu nunca verás as minhas lágrimas...

Manuel Marques (Arroz)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Se fosse mar abraçava todos os rios ...

Nas mãos sinto a saudade do teu corpo
na poesia que não escrevo todo o amor que não te dei
e tu voltas sempre por outro caminho onde não te encontro...

Se fosse mar abraçava todos os rios para te encontrar
inundava o mundo com vagas de águas calmas
até que os rios me devolvesse o teu amar...

Manuel Marques (Arroz)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

intimidade...



Nada é tão belo e tão intimo
como o meu corpo a tremer nas tuas mãos
e nos teus olhos o silêncio do teu cio...

Nada é tão belo e tão intimo
comos os nossos dedos entrelaçados
presos para  a vida...

Nada é tão belo e tão intimo
como cada gesto com que descobriste o meu corpo...

Manuel Marques (Arroz)

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Em ti começa o mundo...

Ao recordar-me de ti
todo o universo se ilumina
a tua espera comove-me
reconstruo o teu corpo
porque em ti começa o mundo...

Manuel Marques (Arroz)