sábado, 30 de janeiro de 2010

Cartas de amor


Cartas de amor são escritas não para dar notícias, não para contar nada, mas para que mãos separadas se toquem ao tocarem a mesma folha de papel.

Rubem Alves

7 comentários:

  1. Manuel

    As cartas de amor estão em desuso. Para os mais velhos, da geração em que ainda me incluo, eram algo de fascinante e de imortal. Nunca esqueci quem me escreveu cartas de amor embora tenha apagado da memória outras pessoas que estiveram bem mais perto da minha vida.
    No mundo da tecnologia, do consumismo e da individualização perdeu-se a noção desses sonhos pueris como se apagaram outro tipo de recordações.


    Abraço

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  2. Manuel
    Cartas de amor..farrapos muitas vezes do que sobrou, do que foi um grande amor.

    Beijinhos
    Donhadora

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  3. Caríssimo, eu escrevo todos os dias quase-cartas de amor. Garanto-lhe com muitíssima probabilidade: se havia uma macieira no paraíso, era para se comer as maças. A contemplação da macieira não alimentaria o corpo e um corpo desalimentado nada aprende; os corpos desalimentados «en-formam», ficam cheios de informação balofa, por isso, «de-formam», nada mais.

    Cf.
    Por Uma Educação Romântica
    Rubem Alves

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. Ainda guardo algumas relíquias dessa época preciosa, em que o amor se fantasiava daquela caneta tinteiro para embarcar no envelope lacrado que saía em busca de seu destino...minha natureza romântica viveu essa plenitude, esse amor entregue às letras que o registraram. Que sorte a minha...a nossa...

    Beijo

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  6. Em tempo...lembrou também dele?...rs

    Rubem Alves é um luxo à parte...

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  7. Romantica ideia, bem de coração apaixonado.
    beijo

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