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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Meu amor meu amor.



Meu amor meu amor
meu corpo em movimento
minha voz à procura
do seu próprio lamento.

Meu limão de amargura meu punhal a escrever
nós parámos o tempo não sabemos morrer
e nascemos nascemos
do nosso entristecer.

Meu amor meu amor
meu nó e sofrimento
minha mó de ternura
minha nau de tormento

este mar não tem cura este céu não tem ar
nós parámos o vento não sabemos nadar
e morremos morremos
devagar devagar.

José Carlos Ary dos Santos

2 comentários:

Anónimo disse...

Sobre o amor:

O amor tem feito coisas

Que até mesmo Deus duvida

Já curou desenganados

Já fechou tanta ferida

O amor junta os pedaços

Quando um coração se quebra

Mesmo que seja de aço

Mesmo que seja de pedra

Fica tão cicatrizado

Que ninguém diz que é colado

Foi assim que fez em mim

Foi assim que fez em nós

Esse amor iluminado...

(Iluminados Ivan Lins)
Bjs.

angela disse...

O amor engana a morte.
beijos